
Quando o tarifaço imposto pelos Estados Unidos em 2025 ameaçou cadeias produtivas brasileiras, muitos enxergaram apenas o risco da quebradeira. No Ceará, porém, a resposta teve comando claro. À frente da Fiec, Ricardo Cavalcante assumiu o protagonismo e mostrou que liderança se exerce com estratégia, diálogo e visão de futuro.
A medida anunciada pelo então presidente americano Donald Trump atingiu setores sensíveis da economia cearense, alcançando desde grandes indústrias até pescadores, produtores de coco, castanha e a cadeia da carnaúba. Diante desse cenário, Ricardo Cavalcante não ficou no discurso. Bateu à porta do Governo do Estado, sentou à mesa e articulou soluções concretas para proteger empresas e empregos.
O trabalho liderado pelo presidente da Fiec resultou na abertura de novos mercados e na reorganização das exportações cearenses, em parceria com o governador Elmano de Freitas e a equipe econômica do Estado. O resultado está nos números: o Ceará passou a liderar o crescimento das exportações no Brasil, transformando uma crise internacional em oportunidade de expansão produtiva.
Ricardo Cavalcante mostrou que o setor industrial precisa mais do que reação; precisa de rumo. Ao conduzir empresários a novos destinos comerciais, ele ofereceu exatamente isso: bússola e mapa. Um exemplo de que, com liderança firme e articulação institucional, é possível ir além do planejado e fortalecer a economia mesmo em cenários adversos.
