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Parceria entre Romeu Aldigueri e Amílcar Silveira fortalece crescimento do agro no Ceará

A entrega de um pacote de propostas da Federação da Agricultura e Pecuária do Ceará (Faec) à Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), marcada para esta segunda-feira (26), carrega um simbolismo que vai além do protocolo institucional. Ao receber o documento das mãos do presidente da Faec, Amílcar Silveira, o presidente da Alece, Romeu Aldigueri, consolida uma parceria política e institucional que coloca o agro no centro do debate sobre o desenvolvimento econômico do Estado.

O conjunto de propostas apresentado pela Faec dialoga diretamente com setores estratégicos da economia do interior cearense, como a fruticultura irrigada, a pecuária leiteira, a carcinicultura e a piscicultura. Mais do que defender cadeias produtivas específicas, a iniciativa propõe mudanças no ambiente de negócios do campo, com foco na redução da burocracia, no estímulo à formalização e no fortalecimento da segurança jurídica para quem produz.

A atuação de Amílcar Silveira revela uma leitura pragmática do cenário atual do agro cearense: não há crescimento sustentável sem liberdade para empreender e regras claras. Já Romeu Aldigueri, ao abrir espaço no Legislativo para esse diálogo, sinaliza que a Assembleia pode exercer papel decisivo na construção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural e à modernização do setor produtivo.

A convergência entre os dois presidentes também tem peso político. Em um contexto marcado por disputas e polarizações, a aproximação indica um movimento objetivo, centrado na geração de emprego, renda e oportunidades no interior do Ceará. O agro deixa de ser tratado apenas como pauta setorial e passa a ocupar posição estratégica no debate sobre crescimento econômico.

O desafio agora será transformar o diálogo institucional em resultados concretos. Caso as propostas avancem no Parlamento, a parceria entre Romeu Aldigueri e Amílcar Silveira poderá representar um novo ciclo para o agro cearense. Do contrário, ficará restrita ao gesto político. Para quem vive e produz no campo, a expectativa é que o discurso se traduza em ação.

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