
O Consórcio Público de Manejo dos Resíduos Sólidos da Região Metropolitana B fez um alerta sobre as sacolas comercializadas como “biodegradáveis”. Segundo o órgão, muitos desses produtos só conseguem se decompor de maneira adequada em condições específicas de temperatura e umidade, cenário que dificilmente é encontrado em aterros comuns.
Na prática, dependendo das condições de descarte, o tempo real de decomposição pode acabar sendo semelhante ao de uma sacola convencional. O Consórcio ressalta que isso não significa que a tecnologia seja inútil, mas chama atenção para o fato de que apenas o rótulo “biodegradável” não é suficiente para solucionar os impactos provocados pelo descarte.
A orientação é reduzir o consumo de sacolas descartáveis, sejam elas biodegradáveis ou convencionais, e priorizar alternativas reutilizáveis sempre que possível. A medida contribui para diminuir a quantidade de resíduos gerados e destinados aos sistemas de tratamento e disposição final.