
A campanha presidencial chega aos últimos dias marcada por embates e temas que, muitas vezes, acabaram ocupando mais espaço do que a discussão sobre os grandes desafios do país. Questões envolvendo religião e outras polêmicas ganharam protagonismo na reta final. Para uma nação com problemas complexos na economia, saúde, educação, segurança e infraestrutura, fica a sensação de que havia muito mais a ser discutido.
Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) concentram a maior parte das intenções de voto nas pesquisas divulgadas nesta reta final, enquanto Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema aparecem com percentuais menores. A eleição conta ainda com Clariana Barão, Edmilson Costa, Hertz Dias, Rui Costa Pimenta, Samara Martins e Wilson Grassi. Leonardo Avalanche anunciou nesta quinta-feira (1º) sua desistência, mas seu nome deverá permanecer na urna devido ao momento em que a decisão foi anunciada.
Mais do que decidir entre nomes, o Brasil chega às urnas diante de escolhas sobre os rumos da economia, dos serviços públicos e do papel do Estado. Os candidatos apresentaram diferentes propostas para o país, e cabe ao eleitor avaliar os projetos colocados em discussão. Depois de uma campanha marcada por polêmicas, fica uma questão maior: qual caminho permitirá ao Brasil preservar suas conquistas, enfrentar seus problemas e ampliar sua relevância econômica e social no mundo?